Redator ghost writer com mais de quinze anos de experiência em jornalismo cultural e produção de conteúdo, escreveu sobre videogame, tecnologia e cinema para o Portal POP. Analista de conteúdo que já trabalhou em campanhas de grandes marcas como Claro, Vivo, LG, Itaipava, Ubisoft, Bandai Namco, Consul, Mercado Livre e Mercado Pago. Escritor publicado pelas editoras Jambô, Draco, Giostri, Lendari e na revista Trasgo. Roteirista de ficção, vídeos e podcasts. Revisor literário, técnico e acadêmico. Tradutor de livros, jogos eletrônicos e legendas. Parecerista e leitor crítico.

Artigos e Ensaios

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8 receitas de risoto: aprenda a fazer esse prato em casa | Facilita

Para muita gente, risoto é um tipo de prato que parece muito complexo, quando a realidade não é bem essa. Fazer um bom risoto não é tão difícil quanto parece, embora envolva ingredientes novos para a maioria de nós (como as variedades de arroz). A seguir, te ensinamos como fazer risoto e também explicamos os tipos de arroz para cada receita. Confira: São três as variações de arroz para risoto mais comuns no Brasil: o arbório, o carnaroli e o vialone nano. O arbório, mais usado por aqui, tem gr

Como fazer fermento natural: passo a passo do Levain | Facilita

Se você veio até aqui, deve ser uma das pessoas que se juntou à legião dos padeiros caseiros que se espalhou pelas redes sociais nos últimos meses. Agora chegou o momento de dar um passo adiante na produção dos seus pãezinhos atrás de um sabor diferente ou ainda mais artesanal. E se você gosta de fazer pão, talvez já tenha ouvido falar do fermento natural, ou levain. Já adiantamos que é mais simples fazer fermento natural do que parece. Você só vai precisar ter paciência e atenção nas medidas.

Roberto Bolaño e seu espólio, uma questão discutível

"O caso de Roberto Bolaño, que ainda em vida tornou-se um dos maiores nomes da literatura latino-americana e influenciou escritores no Brasil como Ricardo Lísias e Antônio Xerxenesky, é mais complicado: segundo sua família, os espólios contam com quase catorze mil páginas de manuscritos. A própria carreira dele coloca ainda mais camadas nessas dúvidas, já que começou a produzir com dezessete anos, mas só passou a publicar com quarenta e três – sete anos antes da morte repentina por causa de uma doença hepática."

Em uma era de ruídos, “A chegada” é sobre comunicação

A fotografia de A chegada é a mensagem que completa o filme. Ela se aproveita muito bem do ambiente claustrofóbico que é o acampamento militar aos pés de uma das naves, o cenário durante a maior parte do tempo. A câmera também se aproveita do silêncio que as cenas externas costumam transmitir, principalmente perto do fim, quando o estresse pelo qual Louise passa parece tornar-se mais um obstáculo no trabalho dela.

Life is Strange e os heróis do cotidiano

Isso porque videogames ainda lidam mal com contar histórias sobre o cotidiano. É uma mídia jovem que começou escrava de suas próprias limitações. Há muito tempo toda narrativa interativa precisa de alguma forma validar a mecânica, e a interação que destaca o modo de contar histórias nos videogames de todos os outros depende de cumprir objetivos e superar desafios. Mario era basicamente um jogo sobre vencer obstáculos para alcançar um objetivo, toda a mitologia que existia em torno disso não era

Moinhos galáticos

Temos outros nomes maravilhosos como Dagon, que é tanto divindade fenícia quanto um Grande Ancião do Cthulhu Mythos, então sua personalidade vai depender do observador ou de quem achar que uma das identidades contará histórias melhores que outra. Veritas, onde só honestidade será permitida. O antigo sistema 55 Cancri agora é o Sistema Copérnico, no qual os astrônomos do passado foram para descansar. Fafnir e Orbitar são dissonantes ao rebatizar o sistema 24 Draconis com o dragão da mitologia nór

Sob as nuvens de Júpiter

Hoje é o espaço que nos enche de curiosidade e por consequência nos leva a imaginar; com uma capacidade que nem o também inexplorado e próximo fundo do oceano consegue. Nossa urgência fica ainda maior quando pensamos que nas unidades de medida cósmicas, a vida humana não representa nem mesmo a vírgula de uma sentença sobre nosso sistema no livro de história do universo. Tudo fora deste planetinha azul vive tanto enquanto nós vivemos tão pouco que parece impossível para qualquer pessoa estar a pa

Apertando os botões certos

Quando tinha sete ou oito anos, ganhei de meu pai uma porção de revistas em quadrinhos. Não as conhecia, pareciam distantes dos heróis que tinha me habituado a ler, nas capas de algumas delas estavam personagens com traços e cores que lembravam muito Hergé, que na época eu secretamente conhecia graças ao desenho animado do Tintim transmitido pela TV Cultura, o título também era colorido e estava escrito no que eu hoje imagino ser francês. Na ilustração de capa, os personagens apareciam sorrident

Crítica: Godzilla revive a era de ouro dos monstros gigantes

"Uma metáfora para a decadência japonesa e uma crítica as armas atômicas, Godzilla perdeu a significância que tinha na cultura popular para si mesmo. O Rei dos Monstros foi aos poucos se tornando cada vez mais estúpido, e em certo ponto ele já não fazia mais diferença como vilão ou herói, era só mais um cara usando uma fantasia de borracha em filmes sem muito sentido e sem o que dizer. Essa acabou se tornando a característica pela qual seus filmes tornaram-se conhecidos nos útimos anos, nem Hollywood ou os cineastas de sua terra natal foram capazes de devolver a antiga glória ao réptil gigante. Por isso fazer um novo “Godzilla” tornou-se tão arriscado e por isso o trabalho do britânico Gareth Edwards no filme do monstro que estréia amanhã (15) é tão significante."

Review: Assassin`s Creed IV: Black Flag

“Assassin’s Creed IV: Black Flag” é um dos maiores exemplos de quão nocivo esse costume de lançar jogos anualmente pode ser. Embora o tenha terminado com a sensação de que esta foi a melhor experiência que já tive na série, ainda podia sentir parte do ranço que o jogo anterior me deixou, avivando as memórias de algumas das suas mecânicas mais falhas – que, pra piorar, eram sempre as que mais aconteciam. Um dos grandes problemas da franquia foram os jogos que tentavam coisas demais, mas faziam bem poucas delas, em “Black Flag” senti exatamente o oposto quando me deparei com um jogo virtualmente idêntico a “Assassin’s Creed III”, mas que se dedicou a acertar onde o antecessor errou e só acrescentar o que fosse totalmente indispensável. O problema é que a experiência ruim com a história do neto de Edward, o protagonista deste novo jogo, está tão fresca que ela afetou meu contato inicial com o conto de pirataria.

O nem tão maravilhoso mundo das edições de colecionador

Tudo começou no momento em que a Rockstar apresentou a edição especial de “Max Payne 3”. Desde esse instante eu sabia que queria tê-la em minha vida, esfregá-la em meu corpo e uma série de outras coisas não-ortodoxas a se fazer com a embalagem de um jogo. O ponto era que eu – odeio admitir – estava tomado pelo hype, pela expectativa, e isso aumentou mais ainda a vontade que eu tinha de jogar o terceiro “Max Payne”. A Arvato divulgou que também traria essa edição para o Brasil e meus olhos brilharam. Sequer pensei em como isso seria caro – e sempre é bem mais caro que a cópia padrão. Eu precisava daquilo.
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